RENAULT É A MARCA PREFERIDA DOS PORTUGUESES

Renault Marca Preferida

• Com uma quota de mercado de 12% (Veículos de Passageiros + Comerciais Ligeiros) a que correspondem cerca de 22.600 automóveis vendidos, a Renault liderou, em 2011, e pelo 14º ano consecutivo, o mercado automóvel em Portugal.

• A Dacia quase duplica a sua quota de mercado e entra no lote das 20 marcas mais vendidas em Portugal, quer no mercado de Veículos de Passageiros quer no de Comerciais Ligeiros.

• A quota de mercado do Grupo (Renault + Dacia) foi de 13,2% com um crescimento de 0,2% face a 2010.

• A Renault liderou o mercado de Veículos de Passageiros (10,6% de quota de mercado) e de Comerciais Ligeiros com uma extraordinária performance de quase 18% do mercado.

• A 3ª geração do Mégane foi, mais uma vez (e sempre desde o seu lançamento em 2009), a gama mais vendida em Portugal. O Clio no seu 6º ano pleno de comercialização alcançou o 3º lugar entre os modelos mais vendidos no nosso país.

• O ano de 2011 fica marcado, para a Renault, pelo concretizar do seu compromisso com a mobilidade “zero emissões” materializado na apresentação dos primeiros 2 modelos que serão comercializados no início de 2012. O Fluence Z.E. e o Kangoo Z.E.

• Para 2012, num contexto de mercado de Veículos Novos que antevemos em quebra, a Renault anuncia a ambição de continuar a liderar o mercado automóvel em Portugal, seja nos veículos de Passageiros seja nos Comerciais ligeiros.

 

Em 2011, num mercado automóvel que teve em Portugal o seu pior desempenho desde 1988 (ano da liberalização), a Renault obteve pelo 14º ano consecutivo a liderança, com um volume total de 22.595 unidades vendidas (incluindo veículos ligeiros de passageiros e comerciais ligeiros), a que correspondeu uma quota de mercado de 12%. A Renault foi líder quer no mercado de Veículos de Passageiros com 16.340 unidades vendidas quer nos Veículos Comerciais Ligeiros com 6.255 unidades e uma quota recorde de 17,9%.

 

O Grupo Renault (Renault + Dacia) obteve, em 2011, uma quota de mercado de 13,2% com um crescimento de 0,2% face ao ano de 2010.

 

“O ano de 2011 foi muito negativo com uma quebra de 30% do mercado que superou, de forma negativa, as previsões que fazíamos no início do ano. Para a Renault sabíamos que o ano de 2011 seria difícil uma vez que não teríamos novidades a apresentar. No entanto a ambição de permanecer na liderança foi cumprida e isso para nós é o espelho do reconhecimento do trabalho que a marca tem feito em Portugal onde lidera consecutivamente desde 1998.

Um grande motivo de satisfação em 2011 foi o resultado da Dacia que foi a única marca do mercado com um crescimento significativo e que entrou no Top 20 das marcas mais vendidas. O resultado obtido espelha o reconhecimento dos Portugueses pelas marcas do Grupo, a adequação das gamas ao mercado Português em termos de prestações, qualidade e preço. Isto para além do empenho e profissionalismo da nossa Rede de Concessionários em prestar os melhores serviços aos nossos clientes”, afirma José Caro de Sousa, Administrador-Delegado da Renault Portugal.

 

Mercado Português em 2011: recorde negativo

O contexto de crise económica provocou uma quebra importante do mercado automóvel em Portugal com uma contracção de 31,3% no mercado de Veículos de Passageiros e de 23,6% nos Veículos Comerciais Ligeiros. O ano de 2011, com apenas 188.300 automóveis vendidos, tornou-se assim no pior ano para o sector desde a liberalização do mercado em 1988 ficando, por isso, a constituir um marco histórico negativo quer no mercado de Veículos de Passageiros quer no de Comerciais Ligeiros.

 

Veículos de Passageiros: confirmação da liderança Renault

Num ano marcado pela ausência de novos modelos, a Renault apoiou-se nos seus pilares da gama (Mégane e Clio) para manter a liderança com uma quota de mercado de 10,6%.

A família Mégane (Berlina+Coupé+Sport Tourer+Cabriolet) foi, pelo 3º ano consecutivo a mais vendida no mercado Português - 8.330 unidades vendidas - e com grande avanço face aos restantes modelos do pódio.

No pódio dos modelos mais vendidos em Portugal ficou também o Clio do qual (Clio + Clio Break) foram vendidas 5.793 unidades. Este resultado é tanto mais relevante quando o Clio teve em 2011 o seu 6º ano de comercialização. O facto de ocupar um dos lugares do pódio confirma o estatuto de referência no mercado que detém desde o seu lançamento em 2005.

Para além desta presença de topo nos segmentos que representam 3/4 do mercado Português, a liderança da Renault é assegurada pela homogeneidade da sua gama onde também o Kangoo e o Scénic ocuparam lugares de topo nos respectivos segmentos.

A presença significativa da marca na quase totalidade dos segmentos, demonstram aquela que é uma das principais razões do sucesso da Renault no mercado Português: uma excelente adequação da gama às expectativas e necessidades do cliente Português, quer em termos de equipamentos, quer na relação produto/qualidade/preço.

 

Comerciais Ligeiros: resultado histórico
O total de vendas de 34.900 unidades, de Veículos Comerciais Ligeiros em 2011, constitui o pior resultado desde o ano de 1986 ou seja, o pior dos últimos 25 anos.

Neste mercado em evidentes dificuldades, a Renault obteve um resultado histórico atingindo os 17,9% de quota de mercado a que corresponderam 6.255 unidades.

Este espectacular resultado alicerçou-se nos desempenhos da totalidade da gama que se posicionou no Top dos mais vendidos em todos os segmentos e mesmo da liderança como no caso do Clio Société, Mégane Société e Trafic.

 

Dacia: um grande salto para a marca com melhor desempenho no mercado
Lançada em Portugal em meados de 2008, a Dacia tem vindo de forma sustentada a ganhar notoriedade junto do público Português. Hoje, é claro que o conceito de marca da Dacia foi bem compreendido e os resultados aí estão para o confirmar: um crescimento das vendas de 30,8% num mercado em forte quebra, a duplicação da quota de mercado face ao ano anterior e a entrada no TOP 20 (Passageiros e Comerciais) das marcas mais vendidas em Portugal.
De realçar o espectacular desempenho do modelo Duster que, sendo um enorme sucesso desde a comercialização, foi, em 2011, o 3º SUV mais vendido em Portugal considerando todos os segmentos de mercado.

Mas, o desempenho da Dacia não se deveu exclusivamente ao Duster. Num segmento B com uma quebra a rondar os 30% (estimativa) o modelo Sandero manteve o nível de vendas de 2010 o que comprova o progressivo conhecimento e a crescente adesão dos Portugueses ao conceito da Dacia.

 

Renault em 2012: líder em todas as frentes
Para o ano de 2012 a Renault perspectiva um mercado de novo em quebra com novos mínimos de vendas, quer nos Veículos de Passageiros quer nos Comerciais Ligeiros e, logo, um ano particularmente difícil para o sector automóvel em Portugal.

Nesta conjuntura recessiva a Renault pretende manter a liderança de todos os mercados onde está presente e com uma quota de mercado (Passageiros + Comerciais) similar à de 2011.

Para tal, contamos com uma ano fértil no lançamento de novos produtos com impacto relevante para o nosso mercado: o lançamento do Novo Twingo já em Janeiro, do novo Scénic e Grand Scénic na Primavera logo seguidos pela nova geração da Família Mégane que abrange todas as carroçarias.
No final do ano a Renault lançará a 4ª geração do Clio, um modelo fundamental no mercado Português e que ficará a marcar, também, a nova linguagem de design da Renault para os seus futuros modelos.

Para a Dacia, e em meados do ano será comercializado o Lodgy, um modelo totalmente novo na marca e que virá alargar a oferta já existente.
Apesar da conjuntura negativa para o mercado, a ambição que anunciamos para a Dacia é a de obter uma quota a ronda os 2% do mercado de Veículos de Passageiros.

 

O Veículo Eléctrico: rumo à liderança de uma nova mobilidade
No dia 2 de Janeiro a Renault iniciou a comercialização, em Portugal, dos dois primeiros modelos da sua gama de Veículos Eléctricos: o Fluence Z.E. e o Kangoo Z.E.

Ao longo de 2012 esta gama ficará completa com a comercialização de dois outros modelos 100% eléctricos Zero Emissões.
Na Primavera será lançado o Twizy nas suas duas variantes Twizy e Twizy 45 (limitado a 45 km/h e que pode ser conduzido por jovens a partir dos 16 anos desde que portadores de licença). Face à curiosidade suscitada nos primeiros contactos, e nomeadamente por parte da Imprensa, o Twizy dará certamente um significativo impulso ao conceito de Mobilidade Eléctrica.
No final do Ano será a vez do Zoe que, previsivelmente face às suas características, será o modelo de toda a gama com maior potencial comercial.

Também na mobilidade eléctrica, a Renault anuncia a sua ambição de liderar, desde este primeiro ano, este novo mercado de futuro.