
11 TÍTULOS NO MUNDIAL DE CONSTRUTORES EM 35 ANOS: Um palmarés inigualável para os motores Renault!
O título de Campeão do Mundo de Construtores de Fórmula 1 de 2012 é o décimo primeiro conquistado pela Renault na disciplina, tanto como escuderia como fabricante de motores. Depois da sua parceria com a Williams, no final dos anos 80, o primeiro campeonato foi ganho em 1992, a que se seguiram outras consagrações, em 1993 e 1994. A Renault também se aliou à Benetton, em 1995, tendo conquistado um novo troféu logo na primeira temporada em conjunto. Mais dois campeonatos ganhos com a Williams, em 1996 e 1997, permitiram obter seis títulos consecutivos. Após uma breve interrupção, a Renault voltou às competições com a escuderia Renault F1 Team para vencer os títulos de 2005 e 2006. No último período, em parceria com a Red Bull Racing, o palmarés da marca foi enriquecido com mais três campeonatos de construtores.
Desempenhos e motricidade, eficiência, fiabilidade e regularidade: as chaves do sucesso dos motores Renault:
Com 11 títulos conquistados em 35 anos de participação, a Renault apresenta um palmarés inigualável para um construtor generalista, rivalizando em pista com os melhores especialistas (nomeadamente, Mercedes, Ferrari e BMW). Estes onze títulos são a melhor prova da perícia técnica da Renault como fabricante de motores e realçam a regularidade do desempenho dos motores Renault.
Este palmarés assenta no seguinte tríptico:
Desempenho & motricidade: o motor Renault carateriza-se pela sua capacidade de adaptação aos diferentes chassis e pela sua motricidade em pista. Em 2013, 1 em cada 3 monolugares está equipado com o R.S.27.
Eficiência: explorar ao máximo cada gota de combustível para ir tão longe quanto possível torna o monolugar mais leve e, por conseguinte, mais rápido em pista. Há vinte anos que a Renault faz do rendimento energético dos seus motores um cavalo de batalha.
Fiabilidade e regularidade: para ganhar... primeiro é preciso chegar! E o desempenho não é nada sem regularidade. Graças aos conhecimentos técnicos e à capacidade de adaptação dos engenheiros mecânicos da Renault Sport F1, a Renault soube propor, ao longo destas 35 épocas de campeonato, blocos com desempenhos regulares, fossem quais fossem as condições de pista.

Na Fórmula 1, o principal parâmetro é o desempenho. Nos motores de série, este desempenho tem de estar associado ao prazer de condução. Os engenheiros "de série" Renault - alguns deles vindos dos gabinetes de estudos da F1 - criaram, por essa razão, motores assentes na tecnologia "downsizing", que maximiza o rendimento energético. O desafio consiste em reduzir a cilindrada - é o "downsizing" - que, em alguns casos, consegue economizar até um cilindro-, mantendo ou aumentando a potência e o binário do motor, graças à sobrealimentação fornecida por um turbocompressor. Assim, quase todos os novos motores Energy ganharam entre 10 e 20 Nm relativamente ao seu antecessor, oferecendo uma condução orientada para o conforto do condutor e para o dinamismo, com acelerações francas, vivacidade e reatividade.
Bem entendido que outras tecnologias, provenientes do universo da F1, foram postas ao serviço do desempenho e da eficiência dos motores de série, como por exemplo a arquitetura quadrada das câmaras de combustão... Um último exemplo: para que os motores atinjam mais rapidamente a sua temperatura ideal de funcionamento, foi nomeadamente copiado o modo de circulação de água de refrigeração da F1, para obter maior rapidez e eficácia.

Na Fórmula 1, o inimigo é o peso. Explorar ao máximo cada gota de combustível permite transportar menos gasolina e, por conseguinte, obter um monolugar mais leve que, também por isso, é mais rápido em pista. Os novos motores Renault beneficiam diretamente desta competência técnica dos engenheiros mecânicos do Grupo. Os motores Energy da última geração permitem reduzir o consumo e as emissões de CO2 até 25%, consoante os motores.
Para baixar o consumo, a Renault utiliza motores mais leves (de alumínio), que beneficiam da tecnologia "downsizing" (um 1.2L consome menos do que um 1.6L), e materiais inovadores (grafite, carbono diamante, corrente de distribuição em Teflon®...) que reduzem a fricção das peças móveis do motor. Menos fricção e menos peso significam menos desperdício de energia e, em resumo, menos combustível! E menos combustível significa menos emissões de CO2 e menor impacto ambiental, outro ponto forte da Renault.
A proeza consiste no facto de reduzir o consumo sem prejudicar o prazer e as sensações de condução: com os novos motores Energy, o condutor tem à sua disposição um motor simultaneamente reativo E de utilização económica.

Regularidade, robustez e fiabilidade estão nos genes dos motores F1 da Renault. Sem estas qualidades, não haveria vitórias e seria, certamente, impossível conquistar pela 11a vez o título de Campeão do Mundo de Construtores em 2012!
A Renault, desde as equipas de F1 às equipas que trabalham para os veículos de "série", eleva a exigência ao mais alto nível para reforçar a qualidade e a durabilidade dos seus motores... quer sejam Fórmula 1 ou de série. É uma realidade que os engenheiros vindos da Fórmula 1 impulsionaram o desenvolvimento dos novos motores de série Diesel e a gasolina, mas além disso foram partilhados também métodos de design e ferramentas digitais de cálculo e de simulação de resistência dos motores. No final da cadeia de fabricação, são realizados sistematicamente testes de qualidade que permitem obter novos motores cada vez mais fiáveis e robustos no tempo.
