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Reciclagem dos veículos usados: para proteger o ambiente


Os meios de comunicação social debatem cada vez mais a questão do impacto ambiental do automóvel. Ainda estas questões não estavam «na ordem do dia», já os engenheiros da Renault se empenhavam numa acção que favorecesse a reciclagem futura dos automóveis da marca. Na primeira metade dos anos 1990, a Direcção da Pesquisa criou uma estrutura para tratar as questões da reciclagem. Mais tarde, este domínio adquiriu uma forma mais concreta com a nova Direcção do Projecto Reciclagem. Esta direcção preocupava-se não só com os veículos fora de circulação, mas também com a distribuição (selecção das embalagens, recuperação das baterias usadas, etc.) e com os intervenientes no campo da reciclagem (desmanteladores, fragmentadores...).

Reciclagem dos veículos em fim de vida: pensar no depois de amanhã


O ambiente e a reciclagem tornaram-se progressivamente um desafio global. Simultaneamente, para melhor identificar e tratar as problemáticas ambientais específicas a cada uma destas actividades, em 2000, a União Europeia tomou a iniciativa de legislar, sob a forma de uma directiva, sobre os Veículos fora de circulação, impondo novas regras, de forma a evitar o abandono dos resíduos automóveis. A selecção era ditada pelos objectivos ambiciosos fixados pela União Europeia: em 2006, 85 % da massa de um automóvel deverá ser reciclada e valorizada. Em 2015, esta percentagem deverá subir para 95 %. O desafio é grande. Mas a Renault antecipou-se já nalgumas exigências, ao ponto de integrar a reciclagem nos projectos como uma verdadeira "prestação cliente". Para isto, os fornecedores são envolvidos nos projectos logo desde o início do seu desenvolvimento, de maneira a aumentar progressivamente a parte das matérias recicladas e renováveis, facilitar a desmontagem das peças e escolher materiais recicláveis. Isto levou a Engenharia da Reciclagem a criar um «indicador de reciclabilidade» que inclui também os materiais, a facilidade de desmontagem, etc.


A rede Renault implicada


O compromisso da Renault na protecção do ambiente estaria incompleto se não tivesse em consideração a vida da viatura ao longo da sua utilização. É nesta fase que a rede da marca tem um papel activo. A triagem selectiva é doravante sistemática. Cada oficina deve enviar as peças usadas e as embalagens para um organismo dedicado. Aliás, a rede age como colector para todos os produtos perigosos, susceptíveis de prejudicar o ambiente: óleos, fluidos de travões e de refrigeração, baterias e, em breve, os pneus, que serão sistematicamente recolhidos por empresas seleccionadas.
Mandar fazer as operações de manutenção do seu veículo na rede Renault é também fazer um gesto a favor do ambiente.